Performance de dança, autoria e interpretação de Esther Latorre e Hugo Pereira [Colectivo Glovo]

@colectivoglovo

A peça surge como una necessidade de investigação de movimento, baseada no mundo dos refugiados e das fronteiras. Barreiras fronteiriças que, durante séculos, colocamos entre mundos, países e pessoas. Esta distancia, real e hipotética, situa a ambos intérpretes em una relação de aproximação e afastamento, de poder e sublevação, compartilhando uma premissa comum: a impossibilidade da fronteira contra nós próprios. Esse relacionamento torna o intérprete rebelde, fraco, compassivo, agressivo, obediente e invasivo com o outro, resultando num relacionamento visceral humano. Perguntamos a nós mesmos: o que acontece com os homens que na violência sobre passam o interdito?
 

Mapas de outros corpos
Intercepta a linha
Contínua, estás dentro
Não temas, a Natureza aborrece o vazio
Como as ondas do oceano a querer ser oceano
Assim somos
Continua
Segue-me
Eu, sigo-te

Localização: Jardins da Quinta Magnólia

*Apresentação única a 28 de Setembro

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Biografia:

Mapa

Hugo Pereira

Natural do Porto, começa a sua formação no Conservatório da JOBRA, onde posteriormente, se gradua em 2015.

Recebe diversas formações em dança contemporânea com mestres como: Akram Khan Dance Company, Sagi Gross (GrossDanceCompany, NEDERLANDS), Shirley Esseboom (NEDERLANDS), Víctor Hugo Pontes (NomePropio, PORTUGAL), Inês Negrão (PORTUGAL), Bruno Alexandre (PORTUGAL), Carmela García (Otradanza, ESPANHA), Julia Weh (ALEMANHA), Romulus Neagu (PORTUGAL) …

Integrou o elenco da Companhia de Dança do Norte na produção 2015-2016 “Barulhos Nossos”, e participou em diversos festivais nacionais e internacionais de criação. Atualmente está imerso no projeto GLOVO no qual, junto a Esther Latorre, desenvolve a sua tarefa como criador e intérprete formando parte de diversas redes nacionais e internacionais de dança.

Destaca a sua colaboração junto a Adolfo Domínguez (Premio Nacional de Moda 2019) com Esther Latorre.

 

Esther Latorre

Desde muito jovem, começa a sua formação e paixão pela dança e o movimento.

Em 2003, submerge-se no mundo da dança clássica que, num futuro, levar-lhe-á explorar novos âmbitos das artes cénicas.

Galega de nascimento completa a sua carreira especializando-se e gradua-se em dança contemporânea no Conservatório Profissional de dança de Lugo, formando parte da que seria a primeira promoção de profissionais da dança contemporânea da Galiza.

É também diplomada em Magistério de Educação Física na mesma cidade.

Desde então, trabalhou com companhias como a Jove Companyia de Danza Gerard Collins (Valencia), Moudansa (Valencia), Companhia de Dança do Norte (Portugal), companha Maduixa Teatre (ganhadora com o Premio Max ao Melhor Espectáculo de Rua por “Mulïer”; Premio Moritz Millor Estrena de Carrer 2016; Premio Umore Azoka 2017 (País Vasco) e Premio Artes Escénicas Valencianas del IVC en 2018) ou na coprodução do Centro Coreográfico Galego “E_Migrantas” com direção de Kirenia Martínez. ​Foi também merecedora do primeiro premio no Certame coreográfico Delmar (Valencia) com a peça “Aliquam” (coreografia e interpretação propiás) e ganhadora do Premio a Melhor Intérprete de Dança Contemporânea no 11º concurso de dança Gerard Collins.

Desde 2016 co-dirige Colectivo Glovo junto a Hugo Pereira.

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